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Foto de João Bosco Rosa Cruz

Bosco

João Bosco Rosa Cruz (nome civil)
6 eleições entre 1994 e 2020 · último partido PSD
65 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Engenheiro

Bosco (João Bosco Rosa Cruz) disputou 6 eleições entre 1994 e 2020, para vice-prefeito, vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Santo Amaro das Brotas em 2016 e 2012. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por SE: 939 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Santo Amaro das Brotas/SE, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 348 do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil), locação de imóveis (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 651). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 11 mil em 2012 (60% com publicidade por materiais impressos) e R$ 6 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

262 votos em 2016 (eleito) · 6 eleições

A votação de João Bosco Rosa Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Bosco declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Santo Amaro das Brotas (SE) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 348 do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e locação de imóveis (R$ 1 mil). Em 2012, 60% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 49% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2012R$ 11 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Santo Amaro das Brotas (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 6% · pessoas 57% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil34,6%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil24,5%
  • Materiais impressosR$ 65112,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 59911,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 96017,8%
2012Vereador, Santo Amaro das Brotas (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 2% · empresas 85% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil59,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil26,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil13,4%
2008Vereador, Santo Amaro das Brotas (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido 1% · pessoas 34% · empresas 19% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil49,1%
  • PessoalR$ 2 mil35,1%
  • Encargos sociaisR$ 4357,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2524,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 2504,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.