- Serviços de terceirosR$ 55 mil37,7%
- Materiais impressosR$ 49 mil33,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 21 mil14,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil6,9%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 11 mil7,5%
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Edinho Mendes (PSOL) teve 620 votos para deputado federal pela Paraíba em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Edinho Mendes (Ednaldo Mendes Dias) disputou 6 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, prefeito, vice-prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Conde/PB: 641 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PB, declarou R$ 217 mil em receitas: R$ 213 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 375 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 146 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 55 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 49 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 21 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2020 (51% com publicidade por adesivos) e R$ 600 em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ednaldo Mendes Dias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Edinho Mendes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Conde (PB) em 2008, 2020 e 2024, vereador em Conde (PB) em 2016, e deputado federal por Paraíba em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 217 mil em receitas: R$ 213 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 375 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 146 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 55 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 49 mil); R$ 146 mil já foram pagos. Em 2020, 51% dos R$ 10 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2016, 100% dos R$ 600 em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto