Bruno Rodrigues

Foto de Bruno Campelo Rodrigues de Souza
Bruno Rodrigues
Bruno Campelo Rodrigues de Souza (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2010 · último partido PSDB
40 anos em 2010 · Masculino · Superior incompleto
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Bruno Rodrigues (Bruno Campelo Rodrigues de Souza) disputou 6 eleições entre 1996 e 2010, para deputado federal, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2006; deputado estadual em 2002 e 1998; vereador de Recife em 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por PE: 80.065 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por PE, declarou R$ 481 mil em receitas: R$ 120 mil de outros recursos do partido, R$ 21 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 340 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 481 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 107 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 104 mil) e pessoal (R$ 80 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 405 mil.

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Evolução da votação nas eleições

30.182 votos em 2010 · 6 eleições

A votação de Bruno Campelo Rodrigues de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 481 mil em receitas · R$ 481 mil em gastos contratados

Bruno Rodrigues declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Pernambuco em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 481 mil em receitas: R$ 120 mil de outros recursos do partido, R$ 21 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 340 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 481 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 107 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 104 mil). Em 2006, R$ 405 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 481 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 481 milcontratados
Gastos em 2006R$ 405 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 481 mil
25 doadores pessoas físicas
partido 25% · pessoas 4% · empresas 71%
Gasto contratado
R$ 481 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 107 mil22,3%
  • Materiais impressosR$ 104 mil21,7%
  • PessoalR$ 80 mil16,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 50 mil10,3%
  • Outras 10 categoriasR$ 140 mil29,1%
2006Deputado federal, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 405 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 46% · empresas 54% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 405 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 80 mil19,6%
  • Serviços de terceirosR$ 60 mil14,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 59 mil14,5%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 46 mil11,4%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 160 mil39,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892