Ariano Fernandes

Foto de Ariano Mario Fernandes Fonseca
Ariano Fernandes
Ariano Mario Fernandes Fonseca (nome civil)
6 eleições entre 1998 e 2018 · último partido PATRIOTA
55 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ariano Fernandes (Ariano Mário Fernandes Fonseca) disputou 6 eleições entre 1998 e 2018, para 2º suplente e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por PB: 23.670 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por PB, declarou R$ 139 mil em receitas: R$ 75 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 28 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 170 de empresas e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 138 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 45 mil), publicidade por carros de som (R$ 16 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 12 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 75 mil.

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Evolução da votação nas eleições

19.702 votos em 2010 · 6 eleições

A votação de Ariano Mario Fernandes Fonseca em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 139 mil em receitas · R$ 138 mil em gastos contratados

Ariano Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Paraíba em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 139 mil em receitas: R$ 75 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 28 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 170 de empresas e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 138 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 45 mil) e publicidade por carros de som (R$ 16 mil). Em 2006, R$ 75 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 139 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 138 milcontratados
Gastos em 2006R$ 75 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 139 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 54% · pessoas 20% · empresas menos de 1% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 138 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 45 mil32,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 16 mil11,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil8,3%
  • Materiais impressosR$ 9 mil6,3%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 57 mil41,1%
2006Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 75 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 54% · empresas 30% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 75 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 23 mil30,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil5,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil2,3%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil1,4%
  • Outras 7 categoriasR$ 46 mil60,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1998 e 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892