- Militância e mobilização de ruaR$ 1,3 milhão43,7%
- Materiais impressosR$ 690 mil22,6%
- PessoalR$ 267 mil8,7%
- Publicidade por adesivosR$ 245 mil8,0%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 141 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 516 mil16,9%
Segundo o Radar do Voto, Duarte Nogueira (PSD) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 42.711 votos, pelo resultado oficial do TSE. Duarte Nogueira (Antônio Duarte Nogueira Júnior) disputou 11 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 8 vezes: prefeito de Ribeirão Preto em 2020 e 2016; deputado federal em 2014, 2010 e 2006; deputado estadual em 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por SP: 254.051 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 24,3 milhões empenhados em 33 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2017, para 61 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 480 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 815 mil do Fundo Partidário, R$ 807 mil de outros recursos do partido, R$ 616 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 206 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,1 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,3 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 690 mil) e pessoal (R$ 267 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,5 milhões em 2020 (55% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 1,7 milhão em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Duarte Nogueira Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Duarte Nogueira declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, 2010, 2014 e 2026, e prefeito em Ribeirão Preto (SP) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 480 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 815 mil do Fundo Partidário, R$ 807 mil de outros recursos do partido, R$ 616 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 206 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,1 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,3 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 690 mil); R$ 2,2 milhões já foram pagos. Em 2020, 55% dos R$ 3,5 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2016, 53% dos R$ 1,7 milhão em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Duarte Nogueira teve R$ 24,3 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 33 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2017 (legislatura 2015 a 2018), para 61 municípios. Já foram pagos R$ 23,2 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (49%). As cidades que mais receberam foram Ribeirão Preto, Monte Alto e São Paulo.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2017 | R$ 12,3 milhões | R$ 11,4 milhões | 93% | 15 | 2 |
| 2016 | R$ 12 milhões | R$ 11,7 milhões | 98% | 16 | 61 |
| Total | R$ 24,2 milhões | R$ 23,1 milhões | 95% | 31 | 61 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.