- Serviços de terceirosR$ 524 mil37,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 339 mil24,1%
- Materiais impressosR$ 176 mil12,5%
- Publicidade por adesivosR$ 94 mil6,7%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 150 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 272 mil19,4%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, César Colnago (César Roberto Colnaghi) disputou 9 eleições entre 1996 e 2018, para deputado federal, vice-governador, deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: vice-governador em 2014; deputado federal em 2010; deputado estadual em 2006 e 2002; vereador de Vitória em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por ES: 80.728 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por ES, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 574 mil do Fundo Partidário, R$ 200 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 126 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 524 mil), militância e mobilização de rua (R$ 339 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 176 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 849 mil em 2010 (58% com publicidade por carros de som) e R$ 382 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de César Roberto Colnaghi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
César Colnago declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Espírito Santo em 2006, e deputado federal por Espírito Santo em 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 574 mil do Fundo Partidário, R$ 200 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 126 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 524 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 339 mil). Em 2010, 58% dos R$ 849 mil em gastos contratados foram com publicidade por carros de som; em 2006, R$ 382 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.