Segundo o Radar do Voto, Jorge Derbli (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado federal pelo Paraná em 2026, com 17.675 votos, pelo resultado oficial do TSE. Jorge Derbli (Jorge David Derbli Pinto) disputou 7 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Irati em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por PR: 21.239 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PR, declarou R$ 360 mil em receitas: R$ 342 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 218 mil, principalmente com pessoal (R$ 50 mil), serviços de terceiros (R$ 40 mil) e serviços advocatícios (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 160 mil em 2020 e R$ 108 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
17.675 votos em 2026 · 7 eleições
A votação de Jorge David Derbli Pinto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 360 mil em receitas · R$ 218 mil em gastos contratados
Jorge Derbli declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Paraná em 2006 e 2026, e prefeito em Irati (PR) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 360 mil em receitas: R$ 342 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 218 mil, principalmente com pessoal (R$ 50 mil) e serviços de terceiros (R$ 40 mil); R$ 72 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 160 mil em gastos; em 2016, R$ 108 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 360 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 218 milcontratados, parcial; R$ 72 mil pagos
Gastos em 2020R$ 160 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 2% · pessoas 1% · empresas 97%
Gasto contratado
R$ 82 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 39 mil47,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 16 mil19,4%
Materiais impressosR$ 9 mil11,4%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil2,0%
Outras 11 categoriasinclui R$ 412 lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil19,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2006SUPLENTE21.239GPR · 45 anos · Ensino fundamental completo · Empresário · PMDB · nº 1513 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.