Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Aquino (Sergio Paulo Perrucci de Aquino) disputou 1 eleição, em 2012, para prefeito em Santos/SP, com 29.267 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para prefeito em Santos/SP, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 936 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 241 mil de doações privadas (28 doadores), R$ 414 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 990 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 200 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 195 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 129 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 1,6 milhão em receitas · R$ 990 mil em gastos contratados
Aquino declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Santos (SP) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 936 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 241 mil de doações privadas (28 doadores), R$ 414 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 990 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 200 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 195 mil).
partido e outras campanhas 58% · pessoas 15% · empresas 26% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 990 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 200 mil20,2%
Materiais impressosR$ 195 mil19,7%
Cessão ou locação de veículosR$ 129 mil13,1%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 64 mil6,5%
Outras 14 categoriasinclui R$ 38 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 401 mil40,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.