Tête Santos

Foto de Maria Alves dos Santos
Tête Santos
Maria Alves dos Santos (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2022 · PSDB
69 anos em 2022 · Feminino · Ensino fundamental completo
Administrador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tête Santos (Maria Alves dos Santos) disputou 8 eleições entre 1994 e 2022, para 2º suplente, deputada federal e deputada estadual. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2006 e 2002. A maior votação foi em 2006, para deputada estadual por PA: 32.809 votos. Na campanha de 2018 para deputada federal por PA, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 701 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 310 mil do Fundo Partidário, R$ 19 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 880 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 457 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 337 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 149 mil em 2014 e R$ 132 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

27.321 votos em 2018 · 8 eleições

A votação de Maria Alves dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1 milhão em receitas · R$ 880 mil em gastos

Tête Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada estadual por Pará em 2006, 2010 e 2014, e deputada federal por Pará em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 701 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 310 mil do Fundo Partidário, R$ 19 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 880 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 457 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 337 mil). Em 2014, R$ 149 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 132 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 880 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 149 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputada federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
doações de pessoas
FEFC 68% · Fundo Partidário 30% · partido e outras campanhas 2% · pessoas menos de 1% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 880 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 457 mil52,0%
  • Materiais impressosR$ 337 mil38,3%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 30 mil3,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 20 mil2,3%
  • Outras 8 categoriasR$ 36 mil4,1%
2014Deputada estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 149 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 58% · pessoas 28% · empresas 3% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 149 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 54 mil36,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 36 mil24,1%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 16 mil10,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 15 mil10,3%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 28 mil18,8%
2010Deputada estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 132 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 69% · pessoas 10% · empresas 18% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 132 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 29 mil22,0%
  • Materiais impressosR$ 18 mil13,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil10,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil7,6%
  • Outras 6 categoriasR$ 61 mil46,3%
Ver a campanha anterior
2006Deputada estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 82 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 38% · empresas 9% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 82 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 29 mil34,8%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 12 mil14,6%
  • Materiais impressosR$ 9 mil11,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil11,3%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil27,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleita em 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892