Siqueira Campos

Foto de Jose Wilson Siqueira Campos
Siqueira Campos
Jose Wilson Siqueira Campos (nome civil)
9 eleições entre 1974 e 2018 · último partido DEM
90 anos em 2018 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Empresário

Siqueira Campos (José Wilson Siqueira Campos) disputou 9 eleições entre 1974 e 2018, para senador, 1º suplente, governador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 7 vezes: 1º suplente em 2018; governador em 2010, 1998 e 1994; deputado federal em 1986, 1982 e 1974. A maior votação foi em 2010, para governador por TO: 349.592 votos. Na campanha de 2010 para governador por TO, declarou R$ 6,3 milhões em receitas: R$ 6,3 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 38 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 33 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6,3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 832 mil), publicidade por carros de som (R$ 684 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 159 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5,7 milhões.

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Evolução da votação nas eleições

349.592 votos em 2010 (eleito) · 9 eleições

A votação de Jose Wilson Siqueira Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalGovernadorSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 6,3 milhões em receitas · R$ 6,3 milhões em gastos contratados

Siqueira Campos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Tocantins em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 6,3 milhões em receitas: R$ 6,3 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 38 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 33 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6,3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 832 mil) e publicidade por carros de som (R$ 684 mil). Em 2006, R$ 5,7 milhões em gastos contratados.

Gastos em 2010R$ 6,3 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Senador, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2010Governador, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6,3 milhões
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 99% · pessoas menos de 1% · empresas menos de 1% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 6,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 832 mil13,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 684 mil10,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 159 mil2,5%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 90 mil1,4%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4,5 milhões72,0%
2006Governador, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5,7 milhões
4.073 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 69% · pessoas 15% · empresas 2% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 5,7 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 500 mil8,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 319 mil5,6%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 65 mil1,2%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil0,2%
  • Outras 23 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4,8 milhões84,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 1998, 2010 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892