Coruja

Foto de Carlos Fernando Coruja Agustini
Coruja
Carlos Fernando Coruja Agustini (nome civil)
6 eleições entre 1998 e 2014 · último partido PMDB
60 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Coruja (Carlos Fernando Coruja Agustini) disputou 6 eleições entre 1998 e 2014, para deputado estadual, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por SC: 108.430 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SC, declarou R$ 271 mil em receitas: R$ 200 mil de outros recursos do partido, R$ 36 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 18 mil de empresas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 271 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 50 mil), serviços de terceiros (R$ 47 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 38 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 135 mil em 2008 e R$ 221 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

31.797 votos em 2014 · 6 eleições

A votação de Carlos Fernando Coruja Agustini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 271 mil em receitas · R$ 271 mil em gastos contratados

Coruja declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Santa Catarina em 2006, prefeito em Lages (SC) em 2008, e deputado estadual por Santa Catarina em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 271 mil em receitas: R$ 200 mil de outros recursos do partido, R$ 36 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 18 mil de empresas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 271 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 50 mil) e serviços de terceiros (R$ 47 mil). Em 2008, R$ 135 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 221 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 271 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 271 milcontratados
Gastos em 2008R$ 135 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 271 mil
12 doadores pessoas físicas
partido 74% · pessoas 13% · empresas 7% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 271 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 50 mil18,5%
  • Serviços de terceirosR$ 47 mil17,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 38 mil13,9%
  • Materiais impressosR$ 31 mil11,4%
  • Outras 9 categoriasR$ 105 mil38,8%
2008Prefeito, Lages (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 135 mil
doações de pessoas
pessoas 4% · empresas 11% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 135 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 45 mil33,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 38 mil28,2%
  • Despesas postaisR$ 10 mil7,1%
  • Locação de imóveisR$ 8 mil6,0%
  • Outras 9 categoriasR$ 34 mil25,4%
2006Deputado federal, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 222 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 2% · empresas 37% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 221 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 59 mil26,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 32 mil14,5%
  • PessoalR$ 31 mil14,0%
  • Materiais impressosR$ 31 mil13,9%
  • Outras 20 categoriasR$ 68 mil30,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892