Professor Marcos

Foto de Marcos Roberto Marques da Silva
Professor Marcos
Marcos Roberto Marques da Silva (nome civil)
6 eleições entre 2006 e 2022 · PT
51 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE

Professor Marcos (Marcos Roberto Marques da Silva) disputou 6 eleições entre 2006 e 2022, para deputado federal, prefeito, senador, vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para senador por AP: 43.275 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por AP, declarou R$ 194 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 194 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 63 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 54 mil) e serviços advocatícios (R$ 38 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 229 mil em 2020 (79% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 35 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

2.192 votos em 2022 · 6 eleições

A votação de Marcos Roberto Marques da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorSenadorDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 194 mil em receitas · R$ 194 mil em gastos

Professor Marcos declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, vereador em Macapá (AP) em 2008, senador por Amapá em 2010, deputado federal por Amapá em 2014 e 2022, e prefeito em Macapá (AP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 194 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 194 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 63 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 54 mil). Em 2020, 79% dos R$ 229 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2014, 96% dos R$ 35 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 194 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 194 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 229 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 194 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 194 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 63 mil32,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 54 mil27,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 38 mil19,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 16 mil8,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 24 mil12,2%
2020Prefeito, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 515 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 229 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 182 mil79,4%
  • Serviços advocatíciosR$ 18 mil7,7%
  • Serviços contábeisR$ 16 mil7,0%
  • Materiais impressosR$ 14 mil5,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 49menos de 0,1%
2014Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 63% · empresas 17% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 34 mil96,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8402,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4501,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 990,3%
Ver as 3 campanhas anteriores
2010Senador, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 15 mil100,0%
2008Vereador, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
pessoas 33% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil49,5%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil29,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 90012,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1602,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 5006,9%
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 47% · pessoas 53%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil68,6%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 1 mil10,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5505,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5465,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil10,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

Deputado Federal, 2022: resultado atualizado pelo TSE depois da eleição. Antes constava não eleito nos dados do TSE; nos dados mais recentes do TSE consta suplente. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892