Paulinho Andrade (Paulo Henrique Clazer de Andrade) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Rio Azul em 2008. Na campanha de 2012 para prefeito em Rio Azul/PR, declarou R$ 93 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 34 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 41 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 25 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 14 mil).
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Evolução da votação nas eleições
3.723 votos em 2012 · 3 eleições
A votação de Paulo Henrique Clazer de Andrade em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 93 mil em receitas · R$ 69 mil em gastos contratados
Paulinho Andrade declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Rio Azul (PR) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 93 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 34 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 41 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 25 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil).
partido 5% · pessoas 37% · empresas 43% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 69 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil35,8%
Materiais impressosR$ 15 mil22,3%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil20,9%
Serviços de terceirosR$ 3 mil4,8%
Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil16,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.