Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marronzinho (Nilton Luciano de Oliveira) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Afonso Cláudio em 2024, 2016, 2012, 2008 e 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por ES: 5.255 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Afonso Cláudio/ES, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 451 de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com pessoal (R$ 12 mil) e publicidade por adesivos (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 18 mil em 2016 (53% com militância e mobilização de rua) e R$ 13 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
1.176 votos em 2024 (eleito) · 8 eleições
A votação de Nilton Luciano de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 16 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos
Marronzinho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Afonso Cláudio (ES) em 2008, 2012, 2016 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 451 de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com pessoal (R$ 12 mil) e publicidade por adesivos (R$ 4 mil). Em 2016, 53% dos R$ 18 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2012, 45% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Receitas em 2024R$ 16 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 16 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 18 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3003,1%
Outras 2 categoriasR$ 4 mil45,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000—LAfonso Cláudio, Espírito Santo · 32 anos · Ensino médio completo · Contador · PTB · nº 14567 · situação constava como sub judice nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE5.255GES · 30 anos · Ensino médio completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PSDB · nº 45623 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.