Buscar

Foto de Agilsander Rodrigues da Silva

Gil

Agilsander Rodrigues da Silva (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2024 · último partido PSB
43 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional
redes informadas ao TSE

Gil (Agilsander Rodrigues da Silva) disputou 5 eleições entre 2008 e 2024, para vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: vice-prefeito de São Lourenço em 2024 e 2020; vereador de São Lourenço em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2012, para vereador em São Lourenço/MG: 1.098 votos. Na campanha de 2016 para vereador em São Lourenço/MG, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 583 do Fundo Partidário, R$ 75 de doações privadas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e pessoal (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2012 (42% com publicidade por materiais impressos) e R$ 4 mil em 2008.

Vice-Prefeito · 2024
18.345
votos · São Lourenço, Minas Gerais · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

947 votos em 2016 (eleito) · 5 eleições

A votação de Agilsander Rodrigues da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados

Gil declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em São Lourenço (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 583 do Fundo Partidário, R$ 75 de doações privadas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2012, 42% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 4 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 10 milcontratados
Gastos em 2012R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, São Lourenço (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 6% · pessoas menos de 1% · próprios 93%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil25,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil24,2%
  • PessoalR$ 1 mil11,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 99910,1%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil29,5%
2012Vereador, São Lourenço (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 23% · empresas 14% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil41,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil19,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4005,8%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3004,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil29,3%
2008Vereador, São Lourenço (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 14% · pessoas 45% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil29,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 59315,8%
  • PessoalR$ 40010,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 461,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 590 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil42,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.