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Calé

Foto de Carlos Eduardo Antunes de Oliveira
Calé
Carlos Eduardo Antunes de Oliveira (nome civil)
5 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PATRIOTA
68 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Médico

Calé (Carlos Eduardo Antunes de Oliveira) disputou 5 eleições entre 2004 e 2016, para vice-prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Guaratinguetá em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SP: 23.114 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SP, declarou R$ 253 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 54 mil de doações privadas (15 doadores), R$ 90 mil de empresas e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 253 mil, principalmente com pessoal (R$ 123 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 27 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 191 mil.

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Evolução da votação nas eleições

20.076 votos em 2010 · 5 eleições

A votação de Carlos Eduardo Antunes de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 253 mil em receitas · R$ 253 mil em gastos contratados

Calé declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 253 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 54 mil de doações privadas (15 doadores), R$ 90 mil de empresas e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 253 mil, principalmente com pessoal (R$ 123 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil). Em 2006, R$ 191 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 253 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 253 milcontratados
Gastos em 2006R$ 191 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 253 mil
15 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 22% · empresas 36% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 253 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 123 mil48,7%
  • Materiais impressosR$ 33 mil13,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 27 mil10,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil3,1%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 62 mil24,4%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 191 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 2% · empresas 95% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 191 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 59 mil30,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 46 mil24,0%
  • Materiais impressosR$ 29 mil15,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 16 mil8,3%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 42 mil21,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.