- Serviços de terceirosR$ 405 mil36,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 197 mil17,9%
- Materiais impressosR$ 184 mil16,8%
- Serviços advocatíciosR$ 50 mil4,6%
- Outras 16 categoriasR$ 262 mil23,8%
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Izabel Urquiza (PL) ficou como suplente de deputada federal por Pernambuco em 2026, com 5.173 votos, segundo os dados do TSE. Izabel Urquiza (Izabel Urquiza Godoi Almeida) disputou 7 eleições entre 2012 e 2026, para deputada federal, prefeita, vice-governadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para prefeita em Olinda/PE: 81.998 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por PE, declarou R$ 968 mil em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 68 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 405 mil), militância e mobilização de rua (R$ 197 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 184 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 20/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,9 milhão em 2024 (44% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 183 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Izabel Urquiza Godoi Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Izabel Urquiza declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeita em Olinda (PE) em 2012, 2016 e 2024, deputada estadual por Pernambuco em 2014 e 2018, e deputada federal por Pernambuco em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 968 mil em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 68 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 405 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 197 mil); R$ 828 mil já foram pagos. Em 2024, 44% dos R$ 1,9 milhão em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2018, 41% dos R$ 183 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 20/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 20/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto