Cristiano Gelinho

Foto de Cristiano de Almeida Silveira
Cristiano Gelinho
Cristiano de Almeida Silveira (nome civil)
7 eleições entre 2008 e 2024 · último partido MDB
51 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cristiano Gelinho (Cristiano de Almeida Silveira) disputou 7 eleições entre 2008 e 2024, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RJ: 6.518 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Macaé/RJ, declarou R$ 70 mil em receitas, de doações privadas (18 doadores). Os gastos contratados somam R$ 62 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 30 mil), publicidade por adesivos (R$ 17 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 109 mil em 2022 (63% com publicidade por materiais impressos) e R$ 45 mil em 2020.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.066 votos em 2024 · 7 eleições

A votação de Cristiano de Almeida Silveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 70 mil em receitas · R$ 62 mil em gastos contratados

Cristiano Gelinho declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Macaé (RJ) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 3 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 70 mil em receitas, de doações privadas (18 doadores). Os gastos contratados somam R$ 62 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 30 mil) e publicidade por adesivos (R$ 17 mil). Em 2022, 63% dos R$ 109 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, 59% dos R$ 45 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 70 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 62 milcontratados
Gastos em 2022R$ 109 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Macaé (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 70 mil
18 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 62 mil
pago: R$ 58 mil (94%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 30 mil48,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 17 mil26,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 9 mil14,6%
  • Serviços advocatíciosR$ 2 mil3,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil6,6%
2022Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 110 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 95% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 109 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 69 mil62,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 25 mil22,9%
  • PessoalR$ 12 mil11,0%
  • Serviços contábeisR$ 2 mil1,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil1,4%
2020Vereador, Macaé (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 48 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 95%
Gasto contratado
R$ 45 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 27 mil58,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 17 mil37,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil4,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 2menos de 0,1%
Ver as 4 campanhas anteriores
2016Vereador, Macaé (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil96,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 2003,9%
2012Vereador, Macaé (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 37% · pessoas menos de 1% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 14 mil100,0%
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 48% · pessoas 52%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil34,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 600,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 17 mil65,3%
2008Vereador, Macaé (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 90060,0%
  • PessoalR$ 56037,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 402,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892