- Materiais impressosR$ 44 mil20,9%
- Publicidade por adesivosR$ 33 mil15,5%
- Serviços de terceirosR$ 32 mil15,0%
- PessoalR$ 22 mil10,5%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 22 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 80 mil38,2%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Affonso (Affonso Portugal Guimarães) disputou 6 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Campo Largo em 2012 e 2000. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Campo Largo/PR: 22.593 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Campo Largo/PR, declarou R$ 211 mil em receitas, de doações privadas (87 doadores). Os gastos contratados somam R$ 211 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil), publicidade por adesivos (R$ 33 mil) e serviços de terceiros (R$ 32 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 281 mil em 2012 e R$ 100 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Affonso Portugal Guimaraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Affonso declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Campo Largo (PR) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 211 mil em receitas, de doações privadas (87 doadores). Os gastos contratados somam R$ 211 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil) e publicidade por adesivos (R$ 33 mil). Em 2012, R$ 281 mil em gastos contratados; em 2008, 45% dos R$ 100 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.