Erivelton Pereira

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Erivelton Pereira
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PDT
40 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE
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Professor Erivelton (Erivelton Pereira) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Bom Retiro em 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Bom Retiro/SC: 784 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Bom Retiro/SC, declarou R$ 20 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), serviços contábeis (R$ 4 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 3 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 50% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

784 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Erivelton Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 20 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos contratados

Professor Erivelton declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Bom Retiro (SC) em 2016, e prefeito em Bom Retiro (SC) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 20 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e serviços contábeis (R$ 4 mil). Em 2016, 50% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 20 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 12 milcontratados
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Bom Retiro (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 12 mil
pago: R$ 9 mil (71%)
  • Materiais impressosR$ 6 mil50,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 6 mil49,3%
2016Vereador, Bom Retiro (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 34% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 74349,6%
  • Serviços de terceirosR$ 25016,7%
  • Materiais impressosR$ 956,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 41127,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Erivelton Pereira (Professor Erivelton): candidaturas e votos · Radar do Voto