- PessoalR$ 145 mil57,7%
- Materiais impressosR$ 36 mil14,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 26 mil10,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 21 mil8,5%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil9,0%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Angela Pereira (Maria Angela da Silva) disputou 2 eleições entre 2012 e 2014, para deputada estadual e vice-prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputada estadual por PA, declarou R$ 251 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 238 mil de doações privadas (52 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 251 mil, principalmente com pessoal (R$ 145 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 26 mil).
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Angela Pereira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Pará em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 251 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 238 mil de doações privadas (52 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 251 mil, principalmente com pessoal (R$ 145 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.