- Outras 3 categoriasR$ 607100,0%
Salete (Maria Salete Gianini Serapião) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vereadora, vice-prefeita e prefeita. Ela foi eleita 5 vezes: vereadora de Espírito Santo do Dourado em 2020, 2016, 2008, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2004, para prefeita em Espírito Santo do Dourado/MG: 1.308 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Espírito Santo do Dourado/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 306 de outras campanhas, R$ 607 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 607, principalmente com serviços contábeis (R$ 300), serviços advocatícios (R$ 300) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 7). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2016 (78% com serviços de terceiros) e R$ 400 em 2008.
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A votação de Maria Salete Gianini Serapiao em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Salete declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Espírito Santo do Dourado (MG) em 2008, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 306 de outras campanhas, R$ 607 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 607, principalmente com serviços contábeis (R$ 300) e serviços advocatícios (R$ 300). Em 2016, 78% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2008, 84% dos R$ 400 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.