- Materiais impressosR$ 100 mil29,7%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 80 mil23,6%
- Publicidade por carros de somR$ 45 mil13,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 39 mil11,6%
- Outras 9 categoriasR$ 74 mil21,8%

Rodrigo Coelho (Rodrigo Coelho do Carmo) disputou 4 eleições entre 2000 e 2014, para deputado estadual e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2014. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por ES: 23.201 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por ES, declarou R$ 337 mil em receitas: R$ 7 mil de outras campanhas, R$ 288 mil de doações privadas (107 doadores), R$ 23 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 337 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 100 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 80 mil) e publicidade por carros de som (R$ 45 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 234 mil, 50% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rodrigo Coelho do Carmo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rodrigo Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Espírito Santo em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 337 mil em receitas: R$ 7 mil de outras campanhas, R$ 288 mil de doações privadas (107 doadores), R$ 23 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 337 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 100 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 80 mil). Em 2010, 50% dos R$ 234 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.