- PessoalR$ 67 mil63,0%
- Materiais impressosR$ 20 mil18,7%
- Publicidade por carros de somR$ 6 mil5,6%
- Serviços de terceirosR$ 6 mil5,6%
- Outras 3 categoriasR$ 8 mil7,1%
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Dr. Vinícius (SOLIDARIEDADE) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 19.870 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dr. Vinícius (Vinicius Braga Saraiva de Resende) disputou 7 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, prefeito, deputado federal, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Betim em 2016; vereador de Betim em 2012. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Betim/MG: 79.096 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 461 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 48 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com pessoal (R$ 67 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e publicidade por carros de som (R$ 6 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,5 milhões em 2024 e R$ 658 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Vinicius Braga Saraiva de Resende em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Vinícius declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Betim (MG) em 2012, deputado estadual por Minas Gerais em 2014 e 2026, prefeito em Betim (MG) em 2020 e 2024, e deputado federal por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 461 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 48 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com pessoal (R$ 67 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil); R$ 26 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 2,5 milhões em gastos; em 2022, 51% dos R$ 658 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto