Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Maria Helena de Carvalho disputou 1 eleição, em 2016, para vereadora em Caxambu/MG, com 164 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereadora em Caxambu/MG, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 246 de outras campanhas, R$ 350 de doações privadas (6 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 1 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 880) e correspondências e despesas postais (R$ 795).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados
Maria Helena de Carvalho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Caxambu (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 246 de outras campanhas, R$ 350 de doações privadas (6 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 880).
partido e outras campanhas 6% · pessoas 8% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 1 mil32,2%
Materiais impressosR$ 88021,3%
Correspondências e despesas postaisR$ 79519,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 3528,5%
Outras 4 categoriasinclui R$ 150 lançados como "diversas a especificar"R$ 77018,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.