Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Eng Daniel Rossi (Daniel Rossi) disputou 13 eleições entre 1998 e 2022, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Mogi Guaçu em 2016; vereador de Mogi Guaçu em 2012. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Mogi Guaçu/SP: 19.984 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SP, declarou R$ 221 mil em receitas: R$ 201 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 589 do Fundo Partidário, R$ 14 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 206 mil, principalmente com pessoal (R$ 69 mil), serviços de terceiros (R$ 46 mil) e serviços advocatícios (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 240 mil em 2020 e R$ 250 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
3.937 votos em 2022 · 13 eleições
A votação de Daniel Rossi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualPrefeitoDep. FederalVereadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 221 mil em receitas · R$ 206 mil em gastos
Eng Daniel Rossi declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2014, 2018 e 2022, prefeito em Mogi Guaçu (SP) em 2008 e 2020, deputado federal por São Paulo em 2010, e vereador em Mogi Guaçu (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 221 mil em receitas: R$ 201 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 589 do Fundo Partidário, R$ 14 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 206 mil, principalmente com pessoal (R$ 69 mil) e serviços de terceiros (R$ 46 mil). Em 2020, R$ 240 mil em gastos; em 2018, 81% dos R$ 250 mil em gastos foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2022R$ 221 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 206 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 240 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 5% · pessoas 48% · empresas 18% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 8 mil60,0%
Encargos sociaisR$ 3 mil20,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 9917,1%
Materiais impressosR$ 6004,3%
Outras 5 categoriasR$ 1 mil8,4%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE8.606GSP · 40 anos · Superior completo · Engenheiro · PPS · nº 23789 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PCB / PMN / PPS / PT
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.