- Materiais impressosR$ 11 mil23,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil12,5%
- Serviços de terceirosR$ 6 mil11,4%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil10,8%
- Outras 5 categoriasR$ 21 mil42,0%
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Zequinha (José Alves da Silva) disputou 2 eleições entre 2004 e 2008, para prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Congo em 2004. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Congo/PB: 1.729 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Congo/PB, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 666 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 40 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 6 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Alves da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Zequinha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Congo (PB) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 666 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 40 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Zequinha foi eleito 1 vez: prefeito de Congo em 2004. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Em 2008, para prefeito em Congo/PB, Zequinha teve 1.649 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2008 para prefeito em Congo/PB, Zequinha declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 666 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 40 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 6 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Zequinha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Congo (PB) em 2008.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Zequinha foi em 2004, para prefeito em Congo (PB): 1.729 votos. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Zequinha disputou 2 eleições, de 2004 a 2008: prefeito em Congo (PB) em 2004 e 2008. Foi eleito 1 vez. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Zequinha concorreu pelo PTB em 2004 e 2008. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto