Luciano Delfini

Foto de Luciano Delfini Alencastro
Luciano Delfini
Luciano Delfini Alencastro (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2018 · último partido PTB
45 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Vereador
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luciano Delfini (Luciano Delfini Alencastro) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RS: 3.595 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RS, declarou R$ 170 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 138 mil de outras campanhas, R$ 20 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 13 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 83 mil), serviços de terceiros (R$ 26 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9 mil.

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Evolução da votação nas eleições

3.595 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Luciano Delfini Alencastro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 170 mil em receitas · R$ 145 mil em gastos

Luciano Delfini declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Camaquã (RS) em 2016, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 170 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 138 mil de outras campanhas, R$ 20 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 13 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 83 mil) e serviços de terceiros (R$ 26 mil). Em 2016, R$ 9 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 170 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 145 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 170 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 7% · partido e outras campanhas 81% · pessoas 12% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 145 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 83 mil57,5%
  • Serviços de terceirosR$ 26 mil18,1%
  • Materiais impressosR$ 13 mil9,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil6,9%
  • Outras 7 categoriasR$ 12 mil8,4%
2016Vereador, Camaquã (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
18 doadores pessoas físicas
pessoas 49% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 3 mil28,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil25,9%
  • Materiais impressosR$ 2 mil17,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil11,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil16,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892