- Serviços de terceirosR$ 103 mil17,4%
- Serviços advocatíciosR$ 100 mil16,9%
- PessoalR$ 81 mil13,7%
- Publicidade por adesivosR$ 70 mil11,9%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 237 mil40,0%
Segundo o Radar do Voto, Julio Cezar (PSD) ficou como suplente de deputado federal por Alagoas em 2026, com 20.099 votos, pelo resultado oficial do TSE. Julio Cezar (Julio Cezar da Silva) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputado federal, prefeito, governador e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Palmeira dos Índios em 2020 e 2016; vereador de Palmeira dos Índios em 2012. A maior votação foi em 2014, para governador por AL: 101.757 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por AL, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 591 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 103 mil), serviços advocatícios (R$ 100 mil) e pessoal (R$ 81 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 247 mil em 2020 e R$ 303 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Julio Cezar da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Julio Cezar declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Palmeira dos Índios (AL) em 2012, governador por Alagoas em 2014, prefeito em Palmeira dos Índios (AL) em 2016 e 2020, e deputado federal por Alagoas em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 591 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 103 mil) e serviços advocatícios (R$ 100 mil); R$ 54 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 247 mil em gastos; em 2016, R$ 303 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.