Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Amarildo de Oliveira disputou 3 eleições entre 1996 e 2020, para vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 20.547 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por MG, declarou R$ 327 mil em receitas: R$ 59 mil de outras campanhas, R$ 80 mil de doações privadas (26 doadores), R$ 175 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 326 mil, principalmente com pessoal (R$ 150 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 33 mil).
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Evolução da votação nas eleições
20.547 votos em 2010 · 3 eleições
A votação de Amarildo de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 327 mil em receitas · R$ 326 mil em gastos contratados
Amarildo de Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Minas Gerais em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 327 mil em receitas: R$ 59 mil de outras campanhas, R$ 80 mil de doações privadas (26 doadores), R$ 175 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 326 mil, principalmente com pessoal (R$ 150 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil).
partido e outras campanhas 18% · pessoas 24% · empresas 53% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 326 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 150 mil46,1%
Cessão ou locação de veículosR$ 39 mil12,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 33 mil10,2%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 24 mil7,2%
Outras 16 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 80 mil24,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 1996SUPLENTE1.582LContagem, Minas Gerais · 34 anos · Superior completo · Advogado · PT · nº 13601 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.