- Militância e mobilização de ruaR$ 520 mil36,7%
- Materiais impressosR$ 325 mil22,9%
- Serviços de terceirosR$ 250 mil17,6%
- Publicidade por adesivosR$ 119 mil8,4%
- Outras 11 categoriasR$ 205 mil14,4%
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Sônia Guajajara (PSOL) foi eleita deputada federal por São Paulo em 2026, com 54.207 votos, pelo resultado oficial do TSE. Sônia Guajajara (Sônia Bone de Sousa Silva Santos) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputada federal e vice-presidente. Ela foi eleita 2 vezes: deputada federal em 2026 e 2022. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por SP: 156.966 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por SP, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil do Fundo Partidário e R$ 200 mil de doações privadas (16 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 520 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 325 mil) e serviços de terceiros (R$ 250 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 1,3 milhão, 42% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sônia Bone de Sousa Silva Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sônia Guajajara declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por São Paulo em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil do Fundo Partidário e R$ 200 mil de doações privadas (16 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 520 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 325 mil); R$ 1,1 milhão já foram pagos. Em 2022, 42% dos R$ 1,3 milhão em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto