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Dede (Anderson Weber) disputou 3 eleições entre 2004 e 2012, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Formigueiro em 2008 e 2004. Na campanha de 2012 para prefeito em Formigueiro/RS, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (51 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 5 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 4 mil).
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A votação de Anderson Weber em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dede declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Formigueiro (RS) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (51 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 5 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.