- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil30,9%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 98023,2%
- Materiais impressosR$ 91721,7%
- Outras 1 categoriaR$ 1 mil24,2%
Já tem conta? Entrar

Luiz Carlos (Luiz Carlos Rodrigues dos Santos) disputou 3 eleições entre 2006 e 2012, para vice-prefeito, vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Nova Mamoré em 2008. Na campanha de 2008 para vereador em Nova Mamoré/RO, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 250 de doações privadas, R$ 769 de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 980) e publicidade por materiais impressos (R$ 917).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Luiz Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Nova Mamoré (RO) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 250 de doações privadas, R$ 769 de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 980).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
O voto