Eliana Calmon (Eliana Calmon Alves) disputou 1 eleição, em 2014, para senadora por BA, com 502.928 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para senadora por BA, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 1,7 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 517 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 649 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,8 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,4 milhão), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 733 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 337 mil).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 2,8 milhões em receitas · R$ 2,8 milhões em gastos contratados
Eliana Calmon declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senadora por Bahia em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 1,7 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 517 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 649 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,8 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,4 milhão) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 733 mil).
partido e outras campanhas 59% · pessoas 18% · empresas 23% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 1,4 milhão49,2%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 733 mil26,0%
Materiais impressosR$ 337 mil12,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 97 mil3,5%
Outras 18 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 14 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 263 mil9,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.