Padre Zé

Foto de José Linhares Ponte
Padre Zé
José Linhares Ponte (nome civil)
6 eleições entre 1994 e 2014 · último partido PP
84 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Padre Zé (José Linhares Ponte) disputou 6 eleições entre 1994 e 2014, para 1º suplente e deputado federal. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por CE: 92.220 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por CE, declarou R$ 455 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 71 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 81 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 91 mil de empresas e R$ 141 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 455 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 124 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 71 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 51 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 257 mil.

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Evolução da votação nas eleições

92.220 votos em 2010 (eleito) · 6 eleições

A votação de José Linhares Ponte em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 455 mil em receitas · R$ 455 mil em gastos contratados

Padre Zé declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Ceará em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 455 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 71 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 81 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 91 mil de empresas e R$ 141 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 455 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 124 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 71 mil). Em 2006, R$ 257 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 455 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 455 milcontratados
Gastos em 2006R$ 257 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, CearáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 455 mil
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 15% · partido e outras campanhas 16% · pessoas 18% · empresas 20% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 455 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 124 mil27,2%
  • Materiais impressosR$ 71 mil15,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 51 mil11,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 49 mil10,8%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 160 mil35,1%
2006Deputado federal, CearáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 257 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 37% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 257 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 82 mil31,9%
  • Materiais impressosR$ 32 mil12,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 28 mil11,0%
  • Encargos sociaisR$ 23 mil8,9%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 28 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 91 mil35,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892