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Foto de Publio Lentulus Nogueira Ferrari

Publio Ferrari

Publio Lentulus Nogueira Ferrari (nome civil)
4 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSOL
59 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Empresário

Publio Ferrari (Públio Lentulus Nogueira Ferrari) disputou 4 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, prefeito e deputado federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RS: 473 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Rio Grande/RS, declarou R$ 630 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 428, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 428). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 100, 44% com encargos financeiros e taxas bancárias.

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Evolução da votação nas eleições

48 votos em 2016 (anulados) · 4 eleições

A votação de Publio Lentulus Nogueira Ferrari em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 630 em receitas · R$ 428 em gastos contratados

Publio Ferrari declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, e prefeito em Rio Grande (RS) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 630 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 428, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 428). Em 2006, 44% dos R$ 100 em gastos contratados foram com encargos financeiros e taxas bancárias.

Receitas em 2012R$ 630campanha encerrada
Gastos em 2012R$ 428contratados
Gastos em 2006R$ 100contratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Rio Grande (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 630
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 428
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 428100,0%
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 100
doações de pessoas
pessoas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 100
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 4443,8%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 56 lançados como "diversas a especificar"R$ 5656,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.