- Combustíveis e lubrificantesR$ 20 mil70,7%
- Materiais impressosR$ 3 mil12,0%
- Serviços de terceirosR$ 2 mil6,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil5,2%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil5,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Amauri (Amauri Chaves de Oliveira) disputou 3 eleições entre 2012 e 2018, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Itumbiara em 2016. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por GO: 3.641 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por GO, declarou R$ 148 mil em receitas: R$ 94 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário, R$ 19 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2016 e R$ 3 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Amauri Chaves de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Amauri declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Itumbiara (GO) em 2012 e 2016, e deputado estadual por Goiás em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 148 mil em receitas: R$ 94 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário, R$ 19 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2016, R$ 8 mil em gastos contratados; em 2012, 52% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.