Acelino Popó Freitas

Foto de Acelino Freitas
Acelino Popó Freitas
Acelino Freitas (nome civil)
4 eleições entre 2010 e 2020 · último partido PROS
45 anos em 2020 · Masculino · Superior incompleto
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Acelino Popó Freitas (Acelino Freitas) disputou 4 eleições entre 2010 e 2020, para vice-prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por BA: 60.338 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por BA, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 45 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 30 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 12). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 284 mil em 2014 (46% com publicidade por materiais impressos) e R$ 569 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

4.884 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de Acelino Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 80 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos

Acelino Popó Freitas declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Bahia em 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 45 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 30 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 12). Em 2014, 46% dos R$ 284 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 569 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 80 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 30 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 284 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2018Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 80 mil
sem doações de pessoas
FEFC 45% · Fundo Partidário 55%
Gasto contratado
R$ 30 mil
tudo pago (100%)
  • Cessão ou locação de veículosR$ 30 mil99,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 12menos de 0,1%
2014Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 284 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 81% · pessoas 7% · empresas 12%
Gasto contratado
R$ 284 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 130 mil45,8%
  • PessoalR$ 47 mil16,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 30 mil10,5%
  • Locação de imóveisR$ 28 mil9,7%
  • Outras 8 categoriasR$ 50 mil17,6%
2010Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 569 mil
doações de pessoas
pessoas menos de 1% · empresas 99%
Gasto contratado
R$ 569 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 128 mil22,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 91 mil15,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 37 mil6,5%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 19 mil3,4%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 616 lançados como "diversas a especificar"R$ 294 mil51,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892