- Serviços de terceirosR$ 235 mil36,6%
- Materiais impressosR$ 109 mil16,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 104 mil16,2%
- Publicidade por adesivosR$ 53 mil8,3%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 142 mil22,0%
Segundo o Radar do Voto, Jacqueline Moraes (PSB) ficou como suplente de deputada estadual pelo Espírito Santo em 2026, com 13.157 votos, pelo resultado oficial do TSE. Jacqueline Moraes (Jacqueline Moraes da Silva Avelina) disputou 4 eleições entre 2012 e 2026, para deputada estadual, deputada federal, vice-governadora e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: vice-governadora em 2018; vereadora de Cariacica em 2012. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por ES: 29.828 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por ES, declarou R$ 328 mil em receitas: R$ 230 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 39 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 47 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 642 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 235 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 109 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 104 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,6 milhões em 2022 e R$ 14 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jacqueline Moraes da Silva Avelina em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jacqueline Moraes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Cariacica (ES) em 2012, deputada federal por Espírito Santo em 2022, e deputada estadual por Espírito Santo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 328 mil em receitas: R$ 230 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 39 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 47 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 642 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 235 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 109 mil); R$ 104 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2,6 milhões em gastos contratados; em 2012, R$ 14 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.