Ronaldo Menezes

Foto de Ronaldo Souza Menezes
Ronaldo Menezes
Ronaldo Souza Menezes (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido CIDADANIA
51 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Vigilante
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ronaldo Menezes (Ronaldo Souza Menezes) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereador em Barra dos Coqueiros/SE: 157 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Barra dos Coqueiros/SE, declarou R$ 948 em receitas: R$ 48 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 900 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 896, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 180) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 95% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

157 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Ronaldo Souza Menezes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 948 em receitas · R$ 896 em gastos

Ronaldo Menezes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Barra dos Coqueiros (SE) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 948 em receitas: R$ 48 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 900 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 896, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 180) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13). Em 2016, 95% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 948campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 896campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereador, Barra dos Coqueiros (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 948
doações de pessoas
FEFC 5% · pessoas 95%
Gasto contratado
R$ 896
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 18020,1%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 131,5%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 703 lançados como "diversas a especificar"R$ 70378,5%
2016Vereador, Barra dos Coqueiros (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil94,7%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2005,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892