Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Simone Leite (Simone Regina Diefenthaeler Leite) disputou 1 eleição, em 2014, para senadora por RS, com 606.329 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para senadora por RS, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 500 mil do Fundo Partidário, R$ 1,6 milhão de outros recursos do partido, R$ 73 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 123 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 576 mil), pessoal (R$ 331 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 138 mil).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 2,2 milhões em receitas · R$ 2,2 milhões em gastos contratados
Simone Leite declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senadora por Rio Grande do Sul em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 500 mil do Fundo Partidário, R$ 1,6 milhão de outros recursos do partido, R$ 73 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 123 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 576 mil) e pessoal (R$ 331 mil).
Fundo Partidário 22% · partido 69% · pessoas 3% · empresas 5%
Gasto contratado
R$ 2,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 576 mil25,6%
PessoalR$ 331 mil14,7%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 138 mil6,2%
Locação/cessão de bens móveisR$ 125 mil5,6%
Outras 18 categoriasinclui R$ 545 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,1 milhão47,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.