9 eleições entre 1998 e 2016 · último partido PSDB
75 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Médico
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Celso Giglio (Celso Antonio Giglio) disputou 9 eleições entre 1998 e 2016, para prefeito, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2014, 2010 e 2006; prefeito de Osasco em 2000; deputado federal em 1998. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por SP: 190.047 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Osasco/SP, declarou R$ 348 mil em receitas: R$ 76 mil do Fundo Partidário, R$ 74 mil de doações privadas (36 doadores) e R$ 198 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 347 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 100 mil), publicidade por carros de som (R$ 51 mil) e serviços de terceiros (R$ 42 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 766 mil em 2014 e R$ 632 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
71.657 votos em 2016 (anulados) · 9 eleições
A votação de Celso Antonio Giglio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 348 mil em receitas · R$ 347 mil em gastos contratados
Celso Giglio declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Osasco (SP) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 348 mil em receitas: R$ 76 mil do Fundo Partidário, R$ 74 mil de doações privadas (36 doadores) e R$ 198 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 347 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 100 mil) e publicidade por carros de som (R$ 51 mil). Em 2014, R$ 766 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 632 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 348 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 347 milcontratados
Gastos em 2014R$ 766 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 24% · pessoas 13% · empresas 12% · próprios 25% · outras 26%
Gasto contratado
R$ 512 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 187 mil36,5%
Publicidade por telemarketingR$ 30 mil5,9%
Locação de imóveisR$ 25 mil4,9%
PessoalR$ 25 mil4,9%
Outras 19 categoriasinclui R$ 68 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 244 mil47,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2016VOTOS ANULADOSINDEFERIDO COM RECURSO71.657LOsasco, São Paulo · 75 anos · Branca · Superior completo · Médico · PSDB · nº 45 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 2012VOTOS ANULADOSINDEFERIDO COM RECURSO149.579LOsasco, São Paulo · 71 anos · Superior completo · Deputado · PSDB · nº 45 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.