- Materiais impressosR$ 7 mil41,2%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil14,4%
- Despesas postaisR$ 2 mil11,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 5753,6%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil29,7%
Já tem conta? Entrar
Sergio Sacerdote (Sergio de Souza Sacerdote) disputou 2 eleições entre 2004 e 2008, para vereador e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Santa Bárbara D Oeste em 2004. Na campanha de 2008 para vereador em Santa Bárbara D Oeste/SP, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas, R$ 8 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil) e despesas postais (R$ 2 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sergio de Souza Sacerdote em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sergio Sacerdote declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Santa Bárbara D Oeste (SP) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas, R$ 8 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
O voto