Miguel Biango

Foto de Miguel Capobiango Neto
Miguel Biango
Miguel Capobiango Neto (nome civil)
5 eleições entre 1994 e 2026 · último partido MDB
63 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Arquiteto
Candidato a 2º Suplente · Amazonas · Eleições 2026 · MDB · nº 155
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Miguel Biango (Miguel Capobiango Neto) disputou 4 eleições entre 1994 e 2018, para 2º suplente, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: 2º suplente em 2018; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por AM: 10.118 votos. Em 2026, foi candidato a 2º suplente por AM pelo MDB. Na campanha de 2006 para deputado federal por AM, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 30 mil de empresas e R$ 9 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 11 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 750).

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Evolução da votação nas eleições

8.215 votos em 2006 · 5 eleições

A votação de Miguel Capobiango Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 32 mil em receitas · R$ 32 mil em gastos contratados

Miguel Biango declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Amazonas em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 30 mil de empresas e R$ 9 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 11 mil).

Receitas em 2006R$ 32 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 32 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2006Deputado federal, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · empresas 94% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18 mil55,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil35,0%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 7502,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1690,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil6,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1994 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892