- Materiais impressosR$ 54740,6%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 40029,7%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 20014,8%
- Publicidade por adesivosR$ 20014,8%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gleidson (Francisco Gleidson Sousa de Freitas) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Chorozinho/CE, com 33 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Chorozinho/CE, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 747 de outras campanhas e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 547), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 400) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 200).
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Gleidson declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Chorozinho (CE) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 747 de outras campanhas e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 547) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 400).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.