Dalva do Socorro Gomes Amorim

Foto de Dalva do Socorro Gomes Amorim
Dalva do Socorro Gomes Amorim
3 eleições entre 2012 e 2018 · último partido PTB
45 anos em 2018 · Feminino · Superior completo
Agente Administrativo
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Pastora Dalva (Dalva do Socorro Gomes Amorim) disputou 3 eleições entre 2012 e 2018, para deputada estadual, vereadora e vice-prefeita. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Igarapé-Miri em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereadora em Igarapé-Miri/PA: 894 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por PA, declarou R$ 3 mil em receitas, de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2016 e R$ 1 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

826 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Dalva do Socorro Gomes Amorim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 3 mil em receitas

Pastora Dalva declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Igarapé-Miri (PA) em 2012 e 2016, e deputada estadual por Pará em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 3 mil em receitas, de doações privadas. Em 2016, R$ 8 mil em gastos contratados; em 2012, 64% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2018R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputada estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereadora, Igarapé-Miri (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 64% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil32,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil31,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 1 mil12,1%
  • Materiais impressosR$ 6908,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 1 mil15,4%
2012Vereadora, Igarapé-Miri (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 76% · empresas 9%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 71864,2%
  • Materiais impressosR$ 40035,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleita em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892