Alexandre Schneider

Foto de Alexandre Alves Schneider
Alexandre Schneider
Alexandre Alves Schneider (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2014 · último partido PSD
45 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Administrador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alexandre Schneider (Alexandre Alves Schneider) disputou 2 eleições entre 2012 e 2014, para deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SP, declarou R$ 605 mil em receitas: R$ 322 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 149 mil de doações privadas (46 doadores), R$ 131 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 594 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 150 mil), pessoal (R$ 116 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 108 mil).

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Evolução da votação nas eleições

35.213 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Alexandre Alves Schneider em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 605 mil em receitas · R$ 594 mil em gastos contratados

Alexandre Schneider declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por São Paulo em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 605 mil em receitas: R$ 322 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 149 mil de doações privadas (46 doadores), R$ 131 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 594 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 150 mil) e pessoal (R$ 116 mil).

Receitas em 2014R$ 605 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 594 milcontratados
Campanhas12014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 605 mil
46 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 53% · pessoas 25% · empresas 22% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 594 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 150 mil25,3%
  • PessoalR$ 116 mil19,5%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 108 mil18,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 85 mil14,4%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 26 lançados como "diversas a especificar"R$ 134 mil22,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892