Sérgio Stasinski

Foto de Sérgio Luis Stasinski
Sérgio Stasinski
Sérgio Luis Stasinski (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2014 · último partido PV
45 anos em 2014 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sérgio Stasinski (Sérgio Luis Stasinski) disputou 6 eleições entre 2000 e 2014, para deputado estadual, vereador, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Gravataí em 2004; deputado estadual em 2002; vice-prefeito de Gravataí em 2000. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Gravataí/RS: 60.610 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RS, declarou R$ 46 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 41 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 46 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 17 mil), publicidade por carros de som (R$ 14 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 11 mil em 2012 (59% com publicidade por materiais impressos) e R$ 301 mil em 2010.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

3.017 votos em 2014 · 6 eleições

A votação de Sérgio Luis Stasinski em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 46 mil em receitas · R$ 46 mil em gastos contratados

Sérgio Stasinski declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010 e 2014, e vereador em Gravataí (RS) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 46 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 41 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 46 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 17 mil) e publicidade por carros de som (R$ 14 mil). Em 2012, 59% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 301 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 46 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 46 milcontratados
Gastos em 2012R$ 11 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 46 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 4% · empresas 89% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 46 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação de imóveisR$ 17 mil36,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 14 mil29,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil11,0%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil10,0%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 738 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil12,3%
2012Vereador, Gravataí (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 29% · pessoas 65% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil58,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil24,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil13,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3002,7%
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 301 mil
15 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 29% · pessoas 12% · empresas 59% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 301 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 87 mil28,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 50 mil16,8%
  • Serviços de terceirosR$ 38 mil12,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 38 mil12,6%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 88 mil29,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000, 2002 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892