Thomas Crisóstomo

Foto de Thomas Victor Crisóstomo Greenhalgh
Thomas Crisóstomo
Thomas Victor Crisóstomo Greenhalgh (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido CIDADANIA
26 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados
redes informadas ao TSE
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Thomas Crisóstomo (Thomas Victor Crisóstomo Greenhalgh) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereador em Olinda/PE: 276 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Olinda/PE, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 11 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 8 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil) e taxa de administração de financiamento coletivo (R$ 94).

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Evolução da votação nas eleições

276 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Thomas Victor Crisóstomo Greenhalgh em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 18 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos

Thomas Crisóstomo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Olinda (PE) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 11 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 8 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil).

Receitas em 2020R$ 18 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 16 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Olinda (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
Fundo Partidário 16% · pessoas 60% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 16 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil49,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil12,4%
  • Taxa de administração de financiamento coletivoR$ 940,6%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil37,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892