- PessoalR$ 20040,9%
- Publicidade por adesivosR$ 14429,4%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 12024,5%
- Materiais impressosR$ 265,2%
Já tem conta? Entrar

José Olirio Barbosa disputou 3 eleições entre 2012 e 2016, para vereador, deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para prefeito em São Vicente/SP: 500 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em São Vicente/SP, declarou R$ 490 em receitas: R$ 290 de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 490, principalmente com pessoal (R$ 200), publicidade por adesivos (R$ 144) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 120). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 12 mil, 59% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jose Olirio Barbosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
José Olirio Barbosa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em São Vicente (SP) em 2012, e vereador em São Vicente (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 490 em receitas: R$ 290 de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 490, principalmente com pessoal (R$ 200) e publicidade por adesivos (R$ 144). Em 2012, 59% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto